segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Ervas mágicas

Aqui estão algumas ervas e  suas repectivas aplicações:

 
Absinto (artemisia absinthium) – Erva druídica sagrado. Muito mágica e sagrada para divindades lunares. Queimado em incensos em Samhain para ajudar a evocação, a adivinhação e a profecia. Especialmente boa quando combinada com artemísia. Fortalece incensos para exorcismo e proteção.
Abeto-Prateado (abies alba) – Árvore druídica sagrada. As agulhas são queimadas durante o parto para abençoar e proteger a mãe e o bebé.
Amieiro (alnus glutinosa) – Árvore druídica sagrada. Retirada a medula dos rebentos verdes fazem-se apitos, sendo que vários rebentos atados lado a lado, com uma das pontas tapadas com madeira, barro ou composto de lacre, podem ser usados para atrair elementais do Ar. Apare o fim de cada rebento de forma a produzir as notas que pretende.

Arruda (ruta graveolens) – Os celtas consideravam-na uma erva anti-mágica, ou seja, uma defesa contra os encantamentos e a magia negra. Uma vergôntea fresca pode ser usada para salpicar de água sagrada em consagrações, bênçãos e curas. Queimada em exorcismos ou incensos de purificação, expulsa a negatividade e estabelece a ordem das coisas.

Artemísia (artemisia vulgaris) – Erva druídica sagrada. Seus poderes são mais fortes quando apanhados na lua cheia. Apanhe-a no solstício de verão para dar sorte. Esfregue a erva fresca em bolas de cristal e espelhos mágicos para aumentar a sua força. Mergulhe 10g de artemísia numa garrafa de vinho durante 7 dias, começando numa lua nova, esprema-a e beba uma pequena quantidade para auxiliar a clarividência e a adivinhação.
Aspérula (asperula odorata) – Erva druídica sagrada. Use uma vergôntea de aspérula quando quiser mudar o curso da sua vida e alcançar a vitória. Acrescente-a ao vinho de Beltane como símbolo do afastamento de barreiras.
 Aveleira (espécies Corylus) – Árvore druídica sagrada. As varas da sua madeira simbolizam magia branca e cura. Se estiver ao ar livre e precisar rapidamente de protecção mágica, desenhe à sua volta um círculo com um ramo de aveleira. Para atrair a ajuda das fadas das plantas, enfie nozes numa corda na sua casa ou sala ritual.
Azevinho (ilex aquifolium) – Árvore druídica sagrada. Sagrada para o solstício de Inverno em que era usada como decoração. Plantado próximo de uma casa repele os encantamentos negativos que lhe forem enviados. Um saco de folhas e bagas usado por um homem aumenta sua habilidade para atrair mulheres.
Bardana (arctium lappa) – Também conhecido por Cardo. Mergulhe uma mão cheia de erva num balde com água para lavar o chão: isso afasta a negatividade, purifica e protege.

Betónia (stachys officinalis, betonica officialis, stachys betonica) – Erva druídica sagrada. Era uma erva muito mágica para os druidas, na medida que poder de expelir os espíritos malignos, os pesadelos e o desespero. Era queimada no solstício de verão, para purificação e protecção. Salpicar próximo de todas as janelas e portas para formar uma barreira protectora. Se for incomodado por pesadelos, encha com ela uma pequena almofada de tecido e coloque-a debaixo da sua.

Bistorta (polygonum bistoria) – Também chamada Erve-Daninha-da-Serpente, Erva-do-Dragão, Cauda-Doce. Acompanhe-se de um pedaço de raiz seca para conceber.

Briónia-Branca (bryonia alba, bryonia dioica) – Venenosa. Também conhecida por Mandrágora-Inglesa. As raízes podem ser substituídas pela rara raiz da mandrágora verdadeira. Junte um bocadinho da raiz ao seu dinheiro para aumentar a prosperidade.

Calêndula (calendula officialis) – Erva druídica sagrada. A água da calêndula é feita das flores. Se a passar pelas pálpebras, ajuda-o a ver as fadas. As flores metidas nas almofadas produzem sonhos clarividentes. 
Camomila (anthemis nobilis) – um chá feito com duas colheres de chá mergulhado em água a ferver durante 5 minutos é um suave indutor de sono. Também pode ser queimada ou acrescentada às bagas da prosperidade para incrementar o dinheiro.


Cardo-Santo (cnicus benedictus, carduus benedictos) – Erva druídica sagrada, que se utiliza, principalmente, para protecção e força. Se for plantado no jardim, afasta os ladrões.

Carvalho (quercus robur) – Árvore druídica sagrada, o carvalho era o rei das árvores numa floresta. As varas mágicas eram feitas da sua madeira. As nozes de galha de carvalho, conhecidas por Ovos-de-Serpente, eram usadas como amuletos mágicos. As glandes recolhidas de noite detinham o maior dos poderes fertilizantes. Os druidas e as sacerdotisas escutavam o murmurar das folhas de carvalho e das carriças para obterem mensagens divinatórias. As folhas queimadas purificam a atmosfera.

Cedro (cedrus libani) – Uma árvore sagrada dos druidas. Os antigos celtas do continente usavam óleo de cedro para preservar as cabeças dos inimigos tomadas nas batalhas. Para atrair a energia da Terra e manter-se firme, coloque as palmas das mãos contra as extermidades das folhas.

Celidónia (chelidonum majus) – Como prevenção contra o aprisionamento ilegítimo, use um saco de flanela vermelha repleto desta erva, junto à pele. Substitua a erva de 3 em 3 dias.
Cerejeira-Brava (prumus serotina) – Árvore sagrada dos druidas. Pedaços da árvore ou da casca eram queimados em festivais celtas.
 Consolda (symphytum officinale) – Chás, tintura e compressas de folhas ou de raízes de consolda aceleram curas de cortes, urticária e ossos partidos. Para acautelar a segurança da sua bagagem, em viagem, introduza um pedaço de raiz em cada mala.

Crisântemo-Virgem (chrysanthemum parthenium) – Os viajantes usavam-no como protecção contra a doença e os acidentes durante suas deslocações.
Dedaleira (digtalis purpúrea) – Venenosa. Erva druídica sagrada, associada às fadas e ao pequeno povo.
Espinheiro-Alvar (crataegus oxyacantha) – Árvore druídica sagrada cujas varas têm grande poder. Os botões são altamente eróticos para os homens.

Espinheiro-Negro (prunus spinosa) – Também chamado Abrunheiro. Árvore druídica sagrada. Os espinhos são usados para espetar em imagens em vela negra, ou bonecos dos inimigos que não o deixam em paz. Antes de queimar a vela ou o boneco, prenda-lhe o nome do importuno e grave-o na vela com a sua faca. Arranque três espinhos e espete-os na cabeça, no coração e na barriga da imagem, dizendo: “Mal, volta àquele que te mandou. Eu e os meus estamos agora livres. Nenhum prejuízo ou mal pode entrar aqui. A minha vida e o meu caminho estão agora desimpedidos.”
Eufrásia (euphrasia officinalis) – Árvore druídica sagrada. Numa panela bem fechada, deixe cozer devagar um punhado de erva em água a ferver. Deixe repousar durante a noite. Torça a erva, espremendo-a até ficar o mais seca possível. Guarde o líquido num recipiente hermeticamente fechado, protegido da luz e do calor, mas não no frigorífico. Beba meia colher de chá em meia chávena de água da fonte ou em chá de erva psíquica, para fomentar a clarividência.
Fetos, especialmente Feto-Macho (dryopteris filixmas), Cabelo-de-Virgem (adiantum pedatum), Feto-Grande (pteridium acquilinium), Feto-Dama e Polipódio (ambos polypodium vulgare) – Os druidas classificavam os fetos como sendo árvores sagradas. As frontes lisas do Feto-Macho eram colhidas a meio do verão, secas e usadas para dar boa sorte. Todos os fetos são poderosas plantas protectoras. Queimados dentro de casa produzem um fortíssimo muro de protecção. Queimados no exterior provocam chuva.

Freixo (fraxious excelsior) – Árvore druídica sagrada. As varas dos druidas eram muitas vezes feitas de freixo e enfeitadas com gravações. As varas de freixo são boas para a magia curativa, geral e solar. Coloque folhas frescas debaixo da almofada para estimular sonhos psíquicos. Recolha folhas de freixo e leve-as para um local ao ar livre onde possa trabalhar sem ser incomodado. Com a sua espada ou faca, escave um círculo à sua volta no chão. Faça-o suficientemente grande para que possa trabalhar lá dentro sem ultrapassar a linha. Vire-se para este, segurando as folhas de freixo em ambas as mãos. Diga:”Elementais do este, governantes de Ar, dai-me conhecimento e inspiração”. Atire as folhas para este. Vire-se para sul e diga:”Elementais do sul, governantes de Fogo, dai-me energia e mudança”. Atire algumas folhas para sul. Vire-se para oeste e diga:”Elementais de oeste, governantes da Água, dai-me cura e amor.” Atire algumas folhas para oeste. Vire-se para o norte e diga:”Elementais do norte, governantes da Terra, dai-me prosperidade e sucesso”. Atire as folhas para norte. Mantenha-se no centro do círculo com ambas as mãos erguidas:”Bênçãos para todos os que vieram em meu auxilio. Entre amigos é este contrato feito”. Apague a linha traçada.

Gataria (nepeta cataria) – Também conhecida como Nêveda-dos-Gatos. Erva druídica sagrada, mastigada pelos guerreiros para se tornarem ferozes em batalha. Grandes folhas secas são marcadores poderosos nos livros de magia. Dê ao seu gato para criar um vínculo psicológico com ele.

Giesta (cytisus scoparius) – Árvore druídica sagrada. Pode ser substituída por Tojo no equinócio da primavera. Os Irlandeses chamavam-lhe “poder de médico”, devido aos seus rebentos diuréticos. Varra as suas áreas rituais ao ar livre com ela para purificar e proteger. Queimar as flores e os rebentos acalma os ventos.
Hera-Inglesa (hedera helix) – Venenosa. Erva druídica sagrada. Ligada ao solstício de Inverno, em que era usada como decoração. A hera oferece protecção quando cresce próximo de uma casa, ou nas suas paredes.
Hipericão (hypericum perforatum) – Erva druídica sagrada. Os celtas passavam-na pelo fumo da fogueira no solstício de verão, usando-a depois na batalha, para lhes dar invencibilidade. Pode ser queimado para banir e exorcizar espíritos.

Hortelã-Brava (mentha piperita, mentha spicata, mentha crispa) – Erva druídica sagrada. Bonecos para o amor e para as curas podem ser cheios de folhas de hortelã secas. Acrescentada aos incensos, purifica a casa ou a área ritual.
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Lírio-do-Vale (convallaria majalis) – Venenoso. Um líquido produzido pela infusão das flores em água da fonte pode ser salpicado em volta da área ritual, atraindo a paz e o conhecimento.
Lisimáquia - Púrpura (lythrum salicaria) – Colocada nos cantos de cada divisão, esta erva restaura a harmonia e traz a paz.

Louro (laurus nobilis) – As suas folhas eram queimadas pelas sacerdotisas da Deusa Tripla para provocar visões psíquicas. As folhas sob a almofada dar-lhe-ão também inspiração e visões. O louro contra-ataca a negatividade e a restrição.
Lunária (botrychium lunaria) – As folhas em forma de crescente são usadas em sacos de amor. Coloque um pedaço de lunária dentro de um medalhão com a fotografia do seu amado para fomentar um amor duradouro.

Lúpulo (humulus lupulus) – Erva druídica sagrada. Uma almofada cheia de lúpulos secos ajuda a dormir e cura.

Macieira – Árvore druídica sagrada. Use cidra de maçã em quaisquer encantamentos que exijam vinho. Manjericão (ocimum basilicum) – Queime manjericão para exorcizar a negatividade da casa. Para efectuar uma verdadeira e total purificação e protecção de si próprio e da sua casa, salpique também um pouco de manjericão em cada canto da sua divisão e use-o também na água do banho.

Manjerona (origanum majorana) – Uma infusão de manjerona, hortelã e alecrim pode ser salpicada por toda a casa para protecção. Também funciona na protecção de objectos específicos.

Mil-Folhas (achlillea millefolium) – Também conhecido como Milefólio. Esta erva é um poderoso aditivo para incenso na adivinhação e nos feitiços de amor. Tem o poder de manter os casais unidos e felizes.
Musgo-Terrestre (lycopodium clavatum) – Também conhecido como Garra-de-Lobo, Corno-de-Cervo. Erva sagrada para os druidas. Entre os celtas, apenas os sacerdotes e sacerdotisas podiam colher musgo-terrestre; tinha de ser colhido com um punhal de prata. As plantas e os esporos (colhidos em Julho e Agosto) eram utilizados em bênçãos e para protecção.
Musgo-Irlandês (chondrus crispus) – Também conhecido por Musgo-Pérola. Esta erva serve para ganhar e manter um afluxo estável de dinheiro. Se fizer bonecos para ganhar dinheiro ou sorte, enfie este musgo lá dentro. Queime-o com incenso durante os encantamentos para lhe dar sorte ou dinheiro. Salpique um pouco dentro da sua bolsa ou carteira.

Nozes e Glandes – Sagradas para os druidas. Muito usadas em magia. Pequenas glandes são usadas para as pontas das varas empregues pelos sacerdotes celtas. Todas as nozes podem ser usadas na magia da fertilidade.
Pinheiro (espécies pinus) – Sagrado para os druidas, o pinheiro era conhecido como uma das sete árvores principais dos Irlandeses. Misture as agulhas secas em partes iguais de zimbro e de cedro, queime para purificar a casa e a área ritual. As glandes e as pinhas podem ser usadas como um amuleto de fertilidade. Obtém-se um banho purificante e estimulante colocando agulhas de pinheiro dentro de um saco largo e deixando a água correr através dele. Para purificar e santificar uma área ritual ao ar livre, varra o chão com um ramo de pinheiro.

Polígono (polygono multiflorum, polygonatum odoratum) – Também conhecido por Centidónia, Persicácia, Pimenta d’Água, Trigo Mourisco. Esta erva pode ser queimada como oferta de agradecimento aos elementais pela sua ajuda.
Roseira-Brava (rosa rubinosa) – Pode ser substituída por rosas perfumadas normais. Para sonhos clarividentes, coloque duas colheres de chá de pétalas secas de rosa numa chávena de água a ferver. Tape e deixe repousar durante cinco minutos. Beba antes de se deitar. Queime as pétalas com incensos de amor para fortalecer os encantamentos de amor.

Sabugueiro (sambucus nigra) – Árvore druídica sagrada. Sagrada para a Dama Branca no solstício de verão. Os druidas usavam-no tanto para abençoar como para amaldiçoar. Estar debaixo de um sabugueiro a meio do verão, tal como estar num anel de fadas de cogumelos, ajudá-lo-á a ver o pequeno povo. As varas de sabugueiro podem ser usadas para expulsar os espíritos malignos ou as formas mentais. A música produzida pelas flautas de Pã, ou flautas normais de sabugueiro, tem o mesmo poder que as varas.
Salgueiro (salix alba) – Também conhecido por Chorão. Uma das sete árvores sagradas dos Irlandeses, árvore druídica sagrada. O salgueiro é uma árvore da lua, sagrada para a Dama Branca. As suas matas eram consideradas tão mágicas que os sacerdotes, as sacerdotisas e todos os tipos de artesãos se sentavam entre as árvores para ganhar eloquência, inspiração, habilidade e profecias. Para que um desejo seja concedido, peça permissão ao salgueiro, explicando que desejo é. Escolha um rebento adequado e ate-lhe um nó solto enquanto expressa aquilo que quer. Quando o desejo for cumprido, volte lá e desfaça o nó. Lembre-se de agradecer ao salgueiro e de deixar uma oferenda.

Sorveira (sorvus aucuparia, fraximus aucuparia) – Árvore druídica sagrada e também sagrada para a deusa Brigit. É uma árvore muito mágica, utilizada para varas, bastões, amuletos e encantamentos. As suas bagas são especialmente mágicas, mas as sementes são venenosas. Um ramo de sorveira em forquilha pode ajudar a descobrir água. As varas servem para o conhecimento, a localização de metais e adivinhação em geral. As fogueiras de sorveira servem para chamar os espíritos, especialmente quando se enfrentam conflitos.
Teixo (taxus baccata) – Árvore druídica sagrada. Esta árvore era sagrada para o solstício do Inverno e para as divindades da morte e do renascimento. Os Irlandeses usavam-no para fazer cabos de punhais, arcos e tonéis de vinho. As bagas são venenosas. A madeira de teixo, ou as folhas, eram colocadas nas sepulturas para recordar aos espíritos que partiam que a morte é apenas uma pausa na vida antes do renascimento.
Tojo (ulex europaes) – Árvore druídica sagrada. As suas flores douradas estão associadas ao equinócio da primavera. Tanto a madeira como os botões são queimados para protecção e preparação para conflitos de qualquer espécie.
Tomilho (thymus vulgaris), Tomilho-Bravo (thymus serpyllum) – Erva druídica sagrada. Um banho de purificação mágico pode ser obtido despejando um chá de tomilho e manjerona na água do banho. Uma almofada cheia com tomilho cura os pesadelos. Quando assistir a um funeral, use uma vergôntea de tomilho para afastar a negatividade dos enlutados.

Trevo (espécies trifolium) – Erva druídica sagrada que simboliza as divindades triplas. Deixe sempre algo como pagamento sempre que apanhar um trevo, pois é uma das ervas favoritas do pequeno povo e das fadas. Um pouco de gengibre ou de leite entornado no chão são ofertas aceitáveis. Decorações de trevo no altar honram todas as divindades triplas. Use um trevo de três folhas para protecção e sorte; um de quatro folhas para evitar o serviço militar.


Ulmária (filipendula ulmaria, spirea ulamria) – Uma das três mais sagradas ervas druídicas, sendo as outras duas a hortelã e a verbena. A ulmária pode ser empregue para decoração do altar durante os encantamentos de amor.

Urze (caluna vulgaris) – Erva druídica sagrada. Usada no meio do verão para fomentar o amor e a protecção. A urze vermelha é para a paixão, a branca para arrefecer as paixões de cortejadores indesejáveis.
Valeriana (valeriana officinalis) – Também conhecida por Erva-dos-Gatos. Use esta erva em feitiços de amor, especialmente para a reconciliação de casais com problemas. Use-a em almofadas para um descanso profundo. Embora a raiz da erva tenha um odor forte e pungente, alguns gatos gostam do cheiro mais do que da gataria.
Verbena (verbena officinalis) – Também conhecida por Lúcia-Lima. Erva druídica sagrada, vulgar nos seus muitos ritos e encantamentos. Era tão grandemente estimada que as oferendas desta erva eram colocadas em altares. Quando queimada, é poderosa na defesa contra ataques psíquicos, mas é também usada em feitiços de amor, purificação e para atrair riqueza. É um poderoso atractivo para o sexo oposto.
Verbasco (verbascum thapsus) – As folhas pulverizadas são por vezes denominadas “pó-de-cemitério” e podem substitui-lo.
Vidoeiro (betula alba) – Árvore druídica sagrada. Curiosamente, corte tiras de casca na lua nova. Com tinta vermelha, escreva numa tira da casca “Trazei-me o verdadeiro amor”. Faça o seu pedido aos deuses e queime-a juntamente com incenso de amor ou lance a casca num riacho.

Visco (viscum álbum) – Era a mais sagrada árvore dos druidas e governava o solstício de Inverno. As bagas são venenosas. Ramos de visco podem ser pendurados como erva protectora para todos os fins. As bagas são usadas em incensos de amor.
Zimbro (juniperus communis) – Árvore druídica sagrada. As suas bagas eram usadas com tomilho em incensos druídicos que provocavam visões. O zimbro plantado à porta desencoraja os ladrões. As bagas maduras podem ser enfiadas num cordel e penduradas em casa para atrair o amor.

Fonte: Conway, D. J., "A Magia Celta"
http://portugalparanormal.com/index.php?topic=45.0;wap2

sábado, 25 de agosto de 2012

Plantas purificadoras do ar

 
1. Palmeira de Bambu : Elimina formaldeído e também se diz que atua como um umidificador natural. 2. Espada de São Jorge: Serve para absorver os óxidos de nitrogênio e formaldeído.
3. Palmeira: Uma das melhores plantas de purificacão do ar (para a limpeza do ar em geral). 4. Planta aranha: Grande planta de interior que elimina o monóxido de carbono e outras toxinas e impurezas. Planta-aranha é uma das três plantas consideradas melhores para os casos da eliminação de formaldeído do ar.
5. Lírio de paz: este poderíamos chamar de "limpeza de todos." Frequentemente são colocados no banheiro ou lavanderia, uma vez que eles são conhecidos na remoção de esporos de fungos. Também conhecido para eliminar formaldeído e o tricloroetileno (é um hidrocarboneto clorado comumente usado como um solvente industrial ).
6. Gérbera: No solo, estas maravilhosas flores eliminam o benzeno no ar, são conhecidos por melhorar o sono ao absorver dióxido de carbono e emitem mais oxigênio durante a noite.

Via: La Bioguia / Biologia (topBiologia)
Biologia-Vida
 







quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Música popular japonesa

A história da música popular no Japão é rica e variada, por sua grande influência entre os povos. Muitos estilos musicais foram trazidos da China há mais de mil anos, e foram reformulados de acordo com o estilo da cultura japonesa. Por volta do século V, a música nativa consistia em poemas recitados (chamados reyei e imayo), os épicos e as canções sociais (chamados kume uta e saibara). Além destes, também existia o Kagura (música dos deuses), melodías religiosas do Shintoismo. 
Podemos destacar como música social cortesana:

Saibara - são canções de origem rurais que foram incorporadas e adaptadas dentro da música da corte. Saibara significa "portador”, literalmente, e são canções compostas durante o período de Heian (794-1191). No tempo atual este repertório é composto de seis partes musicais: Ryuteki, Hichiriki, Sho, Biwa e Gaku-SO e um cantor que marca o tempo com um par de claves chamadas Shakubyoshi.


Roei - Roei significa literalmente "cantar". Os textos deste tipo de canções foram emprestadas da poesia chinesa e das coleções japonesas (Wakan Roei Sho e Shinsen Roei Sho). O repertório consiste em 14 partes, e como no exemplo do Saibara, o Roei tinha desaparecido por algum tempo. Durante o período de Meiji (1968-1912) estes foram recuperados e postos outra vez em prática.
MÚSICAS RELIGIOSAS ou SHINTOISTA
À parte dos estilos vocais e instrumentais mencionados, está a música ritual usada nos cerimônias dos shintoistas. São categorizadas em quatro estilos dentro deste grupo:
Kagura - "Música dos deuses". É usado o termo “Mi-Kagura”, para distinguir o estilo da corte, com os estilos rurais, conhecidos como Sato-Kagura (Kagura do campo) ou também Okagura. A música e a dança Kagura são associadas com a religião Sintoísta. É uma mistura dos rituais da corte e dos velhos rituais xamanistas. Este tipo de cerimônia é comemorada no santuário da corte e de templos específicos em 15 de dezembro na presença do Imperador e em algumas outras ocasiões especiais. Antigamente o ritual era realizado várias vezes ao dia, mas atualmente ficou estipulado às 18 horas como o melhor momento, e com 12 canções acompanhadas e interpretadas. De acordo com estudiosos da mística japonesa, as melodias do kagura atraem os deuses para revitalizarem energeticamente a comunidade.

Acredita-se que as melodias foram baseadas na lenda da Deus do sol (Amaterasu), ao ser ofendida por seu irmão resolveu se esconder em uma caverna. Com a ausência de Amaterasu, o mundo inteiro mergulhou na mais profunda escuridão. Sem a luz da deusa do sol, nada nascia nem crescia. Os outros deuses, temendo a instalação do caos, reuniram-se na entrada da caverna e decidiram armar uma estratégia para tirar Amaterasu de seu esconderijo.
Colocaram um grande espelho mágico nos galhos da árvore Sakaki, localizada bem na entrada da caverna, e fizeram com que todos os galos cantassem incessantemente para parecer que o dia raiava. Depois, acenderam grandes fogueiras para iluminar o local, providenciaram música e passaram a se divertir com a dança apresentada pela deusa Uzume. Esta dançava de tal forma, que os milhares de deuses riram com grande alarido. E riram tanto que o paraíso tremeu, o que atiçou a curiosidade de Amaterasu. Intrigada com tanta algazarra, a deusa afastou uma pequena pedra da porta da caverna e perguntou:
- Que festa é essa? O que está acontecendo?
- Estamos comemorando a chegada de uma nova deusa da luz, disse-lhe Uzume.
- Ela brilha mais do que você, acrescentou um outro deus.
Amaterasu não cabia em si de curiosidade e, para procurar a tal deusa, olhava para fora da caverna. Os deuses colocaram o espelho mágico na sua direção e ela viu a beleza radiante do seu próprio reflexo. Estava fascinada e embevecida com tanto esplendor, que nem percebia que os deuses a puxavam cada vez mais para fora da caverna. E foi assim, pelo riso dos deuses e pela maravilha do seu próprio reflexo, que Amaterasu voltou ao mundo, trazendo sua luz radiante e vitalizante e nunca mais deixou de brilhar.

O conjunto que acompanha as canções consiste em: kagurabue (flauta de Kagura), hichiriki (um outro tipo de flauta) e Wagon (conhecido também como o yamato-yamato-koto) que era um ARPA de 6 cordas. 

Yamato-mai - dança japonesa", - é uma dança curta interpretada por quatro ou seis dançarinos, que vestem ternos de burocratas civis do antiguidade. O conjunto que acompanha é integrado pelos seguintes instrumentos: kagurabue, hichiriki, Wagon e um coro.

Kume-mai - "dança do clan de Kume" - (um clan de soldados na antiguidade). É acompanhado pelo mesmo conjunto usado em Yamato-mai. Os quatro intérpretes dançando vestem antigos ternos de soldados da corte.

Azuma-asobi - é também um tipo de dança interpretada por quatro ou seis dançarinos vestidos como os soldados da corte da idade média japonesa. Uma representação de Azuma-asobi consiste na música instrumental interpretada para a entrada e a saída dos dançarinos, e em quatro partes vocais curtas, onde apenas o terceiro e quarto incluem danças. 


O GAGAKU A partir do séc VI, com a introdução do budismo, começou a se importar tendências musicais, principalmente da China. Neste período foi introduzido o gagaku, melodias da origem chinesa, que ironicamente desapareceram em seu país de origem, mas que foram conservadas na corte imperial japonesa por mais de mil anos. Com a adoção do governo imperial estritamente inspirado do governo da China e da Coreia, os tipos diferentes das cerimônias dos cortesanas e conceitos estéticos também foram absorvidos, e pela conseqüência, também as artes imperiais.



A música atual de Gagaku representa o tipo de música da corte no período de Heian até a primeira parte do século IX, que por sua vez é um tipo de modificação da música Gagaku do período de Nara (séc. VII). Nesse tempo usava-se cerca de trinta instrumentos, entre os quais estavam o Shakuhachi (japonês do flauta), o Hachiriki (um Oboe pequeno) e o shoo (um órgão de ar), com os quais se interpretou partes originais de peças da Coreia, China, India e Japão.

O Gagaku é composto por Koma-gaku e A -gaku. O Koma-gaku tem suas origens no século V quando um tipo de música coreana foi introduzida e que começou a ser conhecida no Japão como "Sankan-gaku", música dos três reinos (Silla, Paekche e Koguryo), que tinham tido uma influência forte da música chinesa de sua época. Sankan-gaku começou mais tarde ser conhecida como Koma-gaku (música coreana ou música de "direito"). Um outro tipo de música introduzido através da península coreana era oriunda da Manchuria e ficou conhecida primeiramente como Bokkai-gaku no século VII. Mais tarde passou a ser um tipo de Koma-gaku.

Por outro lado, a música da Dinastía Tang começou sua larga influência sobre o Japão desde o séc VII e se estendeu até o início do séc. XIX. É conhecida no Japão como To-gaku e era considerada uma música de “esquerda”. Além das músicas mencinadas acima, no séc VIII também foi introduzido no país um estilo conhecido como Rinyu – gaku ou música do reino Rinyu (Indochina). Esse tipo de música chegou a fazer parte da música de “esquerda”.

A classificação entre música de esquerda (Saho) e música de direita (Uho) se refere à origen das peças do repertório. Saho compreendia principalmente China e India, e Uho se refería à Corea e algumas peças da Manchuria. Antigamente no Japão se considerava “esquerdo” superior “direito” e parece que ese conceito foi o impregado na classificação das músicas. Durante aquela época a cultura chinesa estava em período de florescimento e obteve portanto uma maior influência sobre o Japão. No repertório Gagaku também existem peças compostas no Japão, as quais foram também enquadradas nos conceitos de direita e esquerda.

Kangen e Bugaku - 


A música instrumental em Gagaku é classificada em dois grupos: Kangen e Bugaku. Kangen significa "ventos e cordas", enquanto Bugaku significa "música de dança". Kangen era a música instrumental geralmente interpretada pelos aristocratas para seu próprio entretenimento na corte, santuários, ou em suas próprias residências. Tanto no Kangen quanto no Bugaku se utilizam os mesmos instrumentos (só que no Bugaku não são usados instrumentos de corda).

BIWA, o KOTO, SHAKUHACHI e SHAMISEN -Biwa, o koto e o shakuhachi foram importados da China e introduzidos desde cedo no Japão. Por volta do séc VII foram importados os principais instrumentos para a interpretação do Gagaku. O shamisen surgiu na ilha de Okinawa por volta do séc. XVI. A combinação dos intrumentos musicais formariam a essência da música tradicional japonesa.

Biwa – É um instrumento de quatro cordas em forma de pêra. Na música da corte, o Biwa exerce um papel importante como instrumentos de interpretacão do Gagaku. Ainda que seja um instrumento que não se utiliize sozinho, existem informações de que atores-sacerdotes o usaram para acompanhar as histórias que recitavam. No séc. XIII o trabalho mais destacada era o repertório de “Heike Monogatari” – A Lenda (Mitologia) Heike, lendária história da caída do clã militar Tairapelas mãos dos Minamoto.



Koto – É um instrumento de madeira composto de 13 cordas. Mede entre 1,6 e 2 m de comprimento e cerca de 20 cm de espessura. Em sua origem era um instrumento de 5 cordas, com 1m de comprimento. No período Nara ele adquiriu sua atual configuração. As cordas se tocam com uma espécie de ganchio que se coloca no polegar e nos dois primeiros dedos da mão direita;a mão esquerda exerce papel na modulação do tom das cordas.


Shakuhachi – é a famosa flauta de bambu, referência da música tradicional japonesa. Tem quatro saídas de som na parte anterior e um na parte posterior. Essas cinco saídas são suficientes para produzir uma gama completa de sons, conhecidos pelo seu caráter comovedor. Ao final do séc. XVII essa flauta foi adotada pelos sacerdotes do zen-budismo que estabeleceram a sua interpretação como uma disciplina espiritual.

Samisen – Esse instrumento parece com uma guitarra, com um pescoço comprido e fino, e um corpo pequeno e retangular, coberto com couro. Possui tamanhos variados e possuem 3 cordas que se ajustam da mesma forma que as cordas de um violão. As cordas não se tocam com os dedos descobertos, mas com uma espécie de palheta triangular. Esse intrumento é associado ao teatro kabuki e ao Bunraku do período Edo.

Podemos dividir a música popular japonesa em quatro grupos básicos:
1. canções religiosas e budistas da dança do Bon.
2. canções de trabalho como as da plantação de arroz e dos homens dos botes
3. canções ocasionais para festas, casamentos e enterros.
4. canções infantis.

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Energia dos dedos no uso de anéis

Nossos dedos concentram grande energia, os pés e as mãos são ligados energeticamente como acreditavam antigos curadores. Saiba qual órgão do corpo humano é correspondente a cada dedo:

Polegar: Rege o maxilar, a faringe e o sistema respiratório.
Indicador: Responsável pelo sistema nervoso, o intestino grosso, a vitalidade, a ação e a coluna.
Médio: Controla a alegria, a circulação, os pés e os joelhos.
Anelar: Corresponde ao sistema urinário, o sistema digestivo e a tireóide.
Mínimo: Equilibra o coração e o intestino delgado.
É importante saber qual o dedo mais indicado e qual pedra usar conheça um pouco mais...  
Mínimo: Considerado o dedo da comunicação. Aconselhável usar citrino, pirita dourada ou ametista.
Anelar: É o dedo do sucesso profissional. Indicado uso da pedra granada, pedra do Sol, pedra ouro aliança, pois este dedo é ligado ao coração.
Médio: É o dedo da sabedoria, da concentração, da proteção contra o mal. Usar ônix e hematita.
Indicador: É o dedo da vitória, do poder. Usar o cristal branco.
Polegar: É o dedo da liberdade, do livre arbítrio. Aconselhável não usar anel no polegar.

terça-feira, 31 de julho de 2012

A importância das cores dos alimentos


Alimentos brancos
A garantia de uma alimentação rica e balanceada em diversos nutrientes é o colorido da refeição. Cada cor indica a existência de substâncias funcionais, protetoras para a nossa saúde que deveriam ser incorporadas todos os dias em nossos hábitos alimentares a fim de evitarmos determinados tipos de doenças. Contribuem na construção e manutenção dos ossos. Ajudam na regulação dos batimentos cardíacos. São fundamentais para funcionamento do sistema nervoso e dos músculos. Exemplo: leite, queijo, couve-flor, batata, arroz, cogumelo e banana fontes de cálcio e proteína. 

Alimentos marrons
Melhoram o funcionamento do intestino, combatem ansiedade e depressão.
Previnem o câncer e a doenças cardiovasculares. As fibras e vitaminas do complexo B e E são, principalmente encontradas nas nozes, aveia, castanhas e cereais integrais, que por sua vez tem a cor marrom. 

Alimentos roxos 
Os alimentos arroxeados e azulados, contém ácido elágico, substância que: Retarda o envelhecimento. 
Neutraliza as substâncias cancerígenas antes mesmo delas alterarem o código genético. 
Fontes alimentares: uva, ameixa, figo, beterraba, amora preta, framboesa e repolho roxo. 

Alimentos verdes
Os alimentos de cor verde como vegetais folhosos, o pimentão, o salsão e as ervas contém clorofila e vitamina. 
A substâncias com seguintes efeitos: 
-Desintoxicam as células. 
-Inibem radicais livres substância que danificam as células e causam doenças com passar do tempo. 
-Protegem a pele e cabelo. 

Alimentos amarelos
O mamão, a cenoura, manga, pêssego, laranja, abóbora e o damasco são alimentos de cores amarelas ou alaranjadas que são ricos em vitaminas B3 e ácido clorogênico (ação antioxidante). 





Fonte:Santa Casa
www.mundomaisorganico.com.br

terça-feira, 24 de julho de 2012

Pomar em vasos

Um pomar em casa atrai pássaros, perfuma, embeleza, proporciona deliciosos frutos e momentos inesquecíveis.

Engana-se quem pensa que cultivar árvores frutíferas exige um grande espaço. Diversas espécies aceitam muito bem o cultivo em vasos e o resultado é de encher os olhos e dar água na boca.





Quais frutas plantar
Em primeiro lugar, apesar de parecer óbvio, as frutas escolhidas devem agradar a maioria das pessoas da casa. Dê preferência àquelas que possam ser consumidas tanto in natura quanto na forma de geleias, compotas e sucos. Depois, é preciso levar em consideração o porte ideal para o local onde o vaso vai ser colocado e a adaptação das espécies ao clima da região. Algumas espécies precisam de mais de um exemplar para se polinizarem e produzirem, nesses casos colocar os vasos próximos favorece a polinização. Algumas espécies que podem ser cultivadas em vasos: caquis, nectarinas, ameixas vermelhas, romãs, pitangas, jabuticabas, limões, laranjas, laranjinhas kin-kan, acerolas, cerejas, pêssegos, goiabas, maçãs e até mesmo bananas.

A escolha do local
As árvores frutíferas necessitam de sol, mas não precisa ser o dia inteiro. Basta que o recebam algumas horas por dia, preferencialmente pela manhã. Evite colocar os vasos em locais com grandes correntes de ar, pois, além de ressecar a planta, o vento derruba as flores e dificulta a ação de insetos polinizadores. Caso você não tenha como evitar o vento, proteja o local com algum tipo de barreira, pelo menos na época de floração.
O vaso
Os vasos podem ser de cimento, terracota, cerâmica, plástico ou até mesmo madeira. Os de cimento, terracota, cerâmica e madeira devem ser impermeabilizados, já os de plástico devem receber um reforço na borda para evitar que rachem. Escolha vasos proporcionais ao tamanho da planta para garantir um desenvolvimento satisfatório. Mesmo que não cresçam muito, as frutíferas só costumam produzir em vasos médios ou grandes, onde as raízes se expandem adequadamente. Quanto menor o vaso, maior a necessidade de adubações frequentes. Também é importante adequar o vaso ao crescimento da planta, transplantando-a sempre que o vaso começar a se tornar pequeno.

Medidas de vasos para algumas frutíferas:

Espécie
Altura da muda
Tamanho do Vaso
Coco Anão
3,00
80 x 80
Jabuticaba
1,80
60 x 60
Cítricos
1,50
50 x 40
Acerola
1,20
40 x 40
Romã
1,00
35 x 35

O plantio
O fundo dos vasos deve receber uma camada de brita ou argila expandida, que facilita a drenagem da água, evitando o acúmulo que causa o apodrecimento das raízes e favorece o desenvolvimento de fungos e bactérias. Após a brita ou argila, coloque um pedaço de manta de drenagem para evitar a passagem da terra, proteger o dreno e evitar a sujeira no momento da rega. Após a manta, coloque a terra ou substrato, deixando espaço para o torrão da muda. Coloque a muda no vaso e preencha os espaços laterais. Utilize preferencialmente substratos específicos para vasos ou floreiras, eles possuem em sua composição elementos que melhoram a retenção de água e dificultam a compactação do solo no vaso. Se preferir utilizar terra, misture-a com húmus de minhoca e areia na proporção de duas partes de terra para uma de húmus e areia. Acrescente gel hidrorretentor ao substrato antes de colocar a muda – o resultado é impressionante, pois o gel absorve enormes quantidades de água e a disponibiliza gradativamente para a planta. Pode ser encontrado em casas especializadas e, apesar do alto custo por quilo, quantidades mínimas (cerca de 40 gramas por vaso) já dão excelentes resultados.

Os cuidados
As regas devem ser constantes e de acordo com as condições do tempo. O solo não deve ficar seco nem encharcado. Coloque o dedo na terra, se grudar, não é necessário por água.As frutíferas em vasos devem ser podadas todos os anos, preferencialmente no inverno, para garantir uma formação adequada ao espaço. Aproveite para eliminar galhos secos e doentes. Plantas em vasos necessitam de uma adubação constante, é melhor adubar sempre do que adubar muito. O ideal é que sejam feitas adubações quinzenais ou, no máximo, mensais. Existem no mercado excelentes produtos formulados especificamente para frutíferas.
Materiais necessários:
Ao programar um minipomar, é preciso alguns cuidados, principalmente na escolha das espécies. Para não comprometer o resultado, é importante utilizar aquelas que tenham as mesmas exigências em relação a solo, luz, vento e adubação. Além disso, é essencial considerar seu tamanho, as de pequeno porte se adaptam com mais facilidade e atingem de 4 a 6 m de altura, como acerola, romã, laranjinha e pitanga. Hoje em dia existem variedades produzidas por enxertia que são menores e frutificam no primeiro ano. Também é preciso deixar espaço suficiente para que todas as mudas recebam sol pelo menos na parte da manhã. Apenas em alguns casos os frutos das árvores em vasos são menores e o ciclo de vida pode ser mais curto, por outro lado, a época de colheita não muda. Os recipientes de plantio podem ser de cerâmica ou barro, esses são os mais indicados porque permitem boa drenagem em função da porosidade do material. Vale lembrar que a dimensão é importante; precisa ser grande para oferecer bastante espaço para as raízes. O vaso de cerâmica precisa ser impermeabilizado, caso contrário, boa parte da água que deveria irrigar a frutífera ficará retida no recipiente.
Hora do plantio:

Primeiro, coloque uma camada de brita de cerca de dois dedos (1) ou o suficiente para cobrir o fundo do vaso. Esse material pode ser substituído por cacos de telha, sendo importante para a drenagem e para evitar que a terá vegetal saia pelos furos. Depois adicione areia na mesma quantidade. (2), que também contribuirá com o escoamento do líquido excedente. Deposite uma camada de terra vegetal de cerca de 5 cm (3) e acrescente o fertilizante químico NPK 4-14-8 (4), misturando bem os dois com a ajuda da pá (5). Essa formulação de adubo colabora para a frutificação.

Usando o canivete, corte o revestimento de plástico que envolve o torrão da muda e retire-o (6), mas mantenha a terra ao redor das raízes. Em alguns exemplares, pode acontecer o enovelamento das raízes, ou seja, elas começam a crescer para cima. Caso isso ocorra, com o auxílio do canivete, corte o torrão a 2 cm da base, como se fosse um disco (7), para que o sistema radicular volte a crescer no sentido correto.
Feito isso, coloque a planta no vaso e redistribua a terá vegetal até preencher todos os espaços (8) e oferecer firmeza à árvore. O substrato (terra vegetal) precisa estar no nível da frutífera, deixando seu colo à mostra, pois ele é sensível a pragas e doenças. Regue abundantemente até que a água saia pelos furos da base do recipiente. Se houver necessidade, adicione terá vegetal, uma vez que a irrigação compacta o substrato. Para manter a umidade e evitar a proliferação de ervas daninhas, disponha uma camada de casca de pínus até atingir a borda. 
Como a árvore passou por um procedimento estressante e está em um novo ambiente, é bom que durante um mês após o plantio, ela deve receber apenas o sol da manhã e ser regada diariamente. Depois desse período, os cuidados variam de acordo com a espécie.
Fonte: www.casacampoecia.com.br 
www.plantasonya.com.br


terça-feira, 17 de julho de 2012

Pesquisa aponta que energia liberada pelas mãos tem poder curativo


Um estudo desenvolvido recentemente pela USP (Universidade de São Paulo), em conjunto com a Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), comprova que a energia liberada pelas mãos tem o poder de curar qualquer tipo de mal estar. O trabalho foi elaborado devido às técnicas manuais já conhecidas na sociedade, caso do Johrei, utilizada pela igreja Messiânica do Brasil e ao mesmo tempo semelhante à de religiões como o espiritismo, que pratica o chamado “passe”.

Todo o processo de desenvolvimento dessa pesquisa nasceu em 2000, como tema de mestrado do pesquisador Ricardo Monezi, na Faculdade de Medicina da USP. Ele teve a iniciativa de investigar quais seriam os possíveis efeitos da prática de imposição das mãos. “Este interesse veio de uma vivência própria, onde o Reiki (técnica) já havia me ajudado, na adolescência, a sair de uma crise de depressão”, afirmou Monezi, que hoje é pesquisador da Unifesp. 

Segundo o cientista, durante seu mestrado foi investigado os efeitos da imposição em camundongos, nos quais foi possível observar um notável ganho de potencial das células de defesa contra células que ficam os tumores. “Agora, no meu doutorado que está sendo finalizado na Unifesp, estudamos não apenas os efeitos fisiológicos, mas também os psicológicos”, completou. A constatação no estudo de que a imposição de mãos libera energia capaz de produzir bem-estar foi possível porque a ciência atual ainda não possui uma precisão exata sobre esse efeitos. “A ciência chama estas energias de ‘energias sutis’, e também considera que o espaço onde elas estão inseridas esteja próximo às frequências eletromagnéticas de baixo nível”, explicou.

As sensações proporcionadas por essas práticas analisadas por Monezi foram a redução da percepção de tensão, do stress e de sintomas relacionados a ansiedade e depressão. “O interessante é que este tipo de imposição oferece a sensação de relaxamento e plenitude. E além de garantir mais energia e disposição.”
Neste estudo do mestrado foram utilizados 60 ratos. Já no doutorado foram avaliados 44 idosos com queixas de stress. O processo de desenvolvimento para realizar este doutorado foi finalizado no primeiro semestre deste ano. Mas a Unifesp está prestes a iniciar novas investigações a respeito dos efeitos do Reiki e práticas semelhantes a partir de abril de 2013.


segunda-feira, 9 de julho de 2012

Bolinhas de sementes - reflorestamento

O que você faz com as sementes dos frutos que você come? 
Joga-os fora? 
Você já imaginou quantos terrenos vazios ou espaços ainda não florestados temos em nossa cidade?
Que tal contribuir com o reflorestamento de um campo ou enfeitar praças, terrenos, jogando bolinhas de sementes que iriam provavelmente para o lixo?
O primeiro passo é escolher as sementes de plantas nativas de sua região para não introduzir neste meio, espécies que prejudicariam o ecossistema: Aqui em Ribeirão Preto, você deve optar por plantas que suportam melhor o clima quente  e seco, como a pitanga, jabuticaba, goiaba, entre outras...
Você vai precisar de um balde, sementes, argila em pó, terra e adubo orgânico (esterco). 
Para fazer a massa das bolinhas misture no balde:
1 parte de adubo + meia de argila (só para dar a liga) + 4 de terra, misture bem, adicione água até ficar homogêneo e você consiga fazer bolinhas de mais ou menos 2 cm dessa massa. 
Se as sementes forem muito pequenas (tipo pozinho como as sementes de Manacá da Serra) misture junto com a massa, já se forem maiores o ideal é acrescentar a semente à medida que for fazendo as bolinhas, de modo que você possa controlar a quantidade de sementes que conterá cada bolinha. Paras sementes do tamanho de mamão eu costumo usar 3 para cada bolinha, já as de jabuticaba e de pitanga eu uso apenas uma semente para cada bolinha. Se quiser pode deixar secar um pouco na sombra para ficar mais dura. Pronto, estão feitas nossas bombas de sementes, que depois de jogadas nos lugares escolhidos, e após cair uma chuvinha, germinarão. Se forem lançadas com uma raquete ou atiradeira (estilingue) poderão aumentar nosso alcance, além de contribuir com o meio ambiente. 

Fontes:
http://serradacantareira1.blogspot.com.br/2008/07/bombinhas-de-sementes.html

quarta-feira, 9 de maio de 2012

As borboletas

by Vinícius de Moraes

Brancas
Azuis
Amarelas
E pretas
Brincam
Na luz
As belas
Borboletas
Borboletas brancas
São alegres e francas.



Borboletas azuis
Gostam muito de luz.
As amarelinhas
São tão bonitinhas!
E as pretas, então...
Oh, que escuridão!

Pêndulos protetores

Trata-se de punhados de ervas ou outros produtos naturais que se penduram sobre o altar ou em seu perímetro para proteger e consagrar o a...