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As ondas sonoras são captadas pelo pavilhão auricular e chegam ao conduto auditivo e ao tímpano, cujas vibrações atingem o ouvido médio, onde são convertidas em impulsos nervosos. Esses impulsos viajam até o cérebro pelo nervo óptico e ali são interpretados por céluals nervosas altamente diferenciadas, que "entendem" tais estímulos como o som. O deslocamento das vibrações sonoras no líquido cerebrospinal e nas cavidades de ressonância do cérebro determina um tipo de massagem sônica que, segundo a qualidade harmônica do som, produz efeitos positivos ou negativos, benéficos ou não ao sistema psicobioenergético. As fibras nervosas convertem o som captado em estímulo nervoso propriamente dito. O encadeamento de estímulos produz, então, efeitos específicos no organismo. No caso da dor, a música melodiosa, terna e serena, determina efeito analgésico ou anestésico. Através de complexos mecanismos, os neurônios atinem um estado de harmonia, que se traduz como repouso da célula; o efeito oposto ocorre com sons estridentes, muito fortes, desarmônicos, que determinam hiperestimulação das células nervosas e stress neuronial.
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